sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
É praga
Caro Geraldo, deve ser praga de ex. Algumas delas tratam o pobre coitado do videogame (segundo o Manual do Estadão é tudo junto e sem acento) como um diabo, um demônio, o próprio instrumento do coisa-ruim.
Solidão
A merda do primeiro semestre deste ano aconteceu. O meu Playstation 2 pifou. Não bastasse, o valor do conserto era alto. Levei na assistência técnica e lá ficou por dois meses. Fui buscá-lo hoje. A merda do segundo semestre deste ano. Meu PS2 não tem conserto. Estar solteiro no final do ano seria uma coisa ótima não fosse a ausência do meu video game.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Balela
Será possível partir do pressuposto de que nem toda experiência precisa ser vivida ou seria melhor aceitar a idéia de que até no mais profundo sofrimento existe pontos positivos? Parece que com o passar do tempo e com o viver das experiências vou perdendo ainda mais minha capacidade de racionalizar meus sentimentos. Não posso exigir de mim que eu engasgue em meio a uma crise de fúria e engula a seco a idéia de que “assim foi melhor”. Eu me recuso a aceitar que o melhor possa ser perder. Eu não gosto de sofrer e não aposto minhas fichas no número errado de propósito. Fingir que me conformei seria uma atitude não só hipócrita, mas também de extrema violência contra minha natureza. Ignorar é auto-destruição, passar por cima é deitar embaixo do caminhão. Ser cordial é mentir um equilíbrio não humano. Eu me pergunto qual é a graça dessa imposição de valores que vão contra a transparência. Já temos que vestir tantas máscaras para conseguirmos viver em sociedade que eu acho uma judiação me sujeitar a uma que é completamente desnecessária e cruel. Se mentir para si mesmo é sempre a pior mentira, por que ainda insistem em nos aconselhar a deixar o sofrimento de lado? Deixar de lado é estender o tempo de permanência da mágoa dentro de nós. Eu não quero controle, busco auto-conhecimento. Quero aprender a lidar com minhas fragilidades ao invés de ignorá-las. Eu prefiro uma semana de cama a uma vida toda de rancor. Prefiro assumir instabilidade, decepção e tristeza com a mesma facilidade que anuncio excitação. A grande sacada está em não deixar que os períodos de luto e de solidão se tornem eternos, a ponto que se tornem empecilho para o que vem a seguir. Encontrar dentro da melancolia, o aprendizado. Entender que se perder foi inevitável, que sirva pelo menos de lição. Eu não quero ter todas as experiências, quero apenas as que eu escolher. E que, nestas, eu consiga não achar pontos positivos, mas sim coisas que valham a pena se pensar.
fevereiro de 2007, e eu ainda nem era Lou.
fevereiro de 2007, e eu ainda nem era Lou.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Dezembro
Entre troços e tropeços, aos trancos e barrancos, a vida vai seguindo seu curso. Estamos às vésperas do Natal e prestes a comemorar o Ano Novo. Grande merda! Continuamos com as mesmas inseguranças, mesmas tensões inerentes ao final do ciclo, choramingando pelos cantos e pedindo aos céus que, por favor, venha um feliz ano novo. Ainda é cedo para escrever um daqueles textos clássicos de final de ano, repleto de resoluções e esperança, dizendo que sim, 2008 vai ser bem melhor que 2007, e eu vou estudar mais, beber menos e ler mais jornal. Eu ainda quero muito do ano de 2007, minha gente. Quero aproveitar bem minhas férias, porque ano que vem vai ser de foder. Último ano de faculdade se aproximando, e eu ainda me sentindo uma adolescentezinha de meia tigela que não sabe se casa ou se compra uma bicicleta. Mentira, a melhor opção sempre é comprar a bicicleta. Ando tão sem bons conselhos e opiniões formadas ultimamente que chega a dar calafrios. Bom, os homens não estão com nada, e em 2008 eu não acho que vou mudar de idéia. Um brinde.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Corrida com obstáculos
Sem querer ser óbvio e sem querer usar uma analogia pobrezinha, a vida é parecida com uma corrida com obstáculos, mas nesta alguns obstáculos são criados pelo próprio corredor.
Foi horrível essa, mas é isso!
Mesmisse
Não tenho mais paciência para encarar namoros bobos, desconfiados e chatos. Já tive. Acho que todos já tivemos. Alguns ainda têm. Eu não. Perdi a paciência mesmo.
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Desconfiança em namoro é pura perda de tempo. Se a garota ou o cara resolverem trair, trairão. Bom, alguém tem que sofrer e que não seja eu.
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Pior são as mulheres que querem tentar dominar o namoro, mas não tem um pingo de inteligência. Aliás, o que o amor tem a ver com inteligência?
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Desconfiança em namoro é pura perda de tempo. Se a garota ou o cara resolverem trair, trairão. Bom, alguém tem que sofrer e que não seja eu.
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Pior são as mulheres que querem tentar dominar o namoro, mas não tem um pingo de inteligência. Aliás, o que o amor tem a ver com inteligência?
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