sábado, 23 de fevereiro de 2008

Malvados


Elas...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Floricultura regada à cagadas

Dentro desta nossa temática sexista, já pudemos analistar aqui neste blog temas muito pontuais que deixaram transparecer as diferenças entre os sexos, suas conseqüências e, em dado momento, elaboramos diversos questionamentos acerca do motivo de tanto desentendimento. Como única membra do sexo feminino, pude perceber que, a cada desabafo masculino há sempre uma carga de "eu não entendo as mulheres". Estou aqui para provar o contrário: os homens entendem sim - e muito bem - como funciona a cabeça de uma mulher. Não é só porque as mulheres são mais comunicativas, nem porque as mulheres deixam transparecer muito mais seus sentimentos, mas sim, porque entender uma mulher (não todas, porque qualquer tentativa de generalização é fadada ao fracasso quando se trata de seres humanos) é questão puramente de interesse. Digo isso pois não vejo qualquer sentido nesse mistiscismo criado para justificar as cagadas que os homens fazem. Se o cara errou, ele sabia muito bem o que estava fazendo. E vou além: ele sabe muito bem como consertar uma bela cagada. A maior prova disso é o grande "clichê" já criado em torno das flores (e dos bombons). Primeiramente, eu nunca ouvi falar de nenhum presente masculino considerado "clichê" para amansar quando alguma coisa está errada. Agora, quando se trata de uma cagada feita por um macho, não precisa ser nenhum gênio: é só ligar para a floricultura e escrever no cartão uma frase qualquer que termine com "VOCÊ É LINDA". Pronto. Não adianta: mesmo tentando, a verdade é que nós, mulheres, sempre vamos dar uma amolecidinha com o "óbvio" e o "clichê", porque afinal, a gente nunca espera muita coisa desse matuto sentimental que costuma ser o homem. E o homem sabe disso. Que me perdoem os românticos, mas as flores dão muito ar de que alguma coisa está errada, mas que "ele está disposto a melhorar" - não é bonitinho? Um aviso aos mais românticos: mande flores, mas nunca faça com que esta seja sua única forma de paparico. Caso contrário, você pode correr o risco de se passar por um arrependido (o que pode até não ser uma má idéia).

às ordens e ainda viva,

Lou.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Modernidade

Geraldo diz:
no início todas querem um cara sensível
Geraldo diz:
e sempre terminam querendo um canalha
Geraldo diz:
é a trágica história da mulher moderna
:: Julhana :: diz:
esse mundo deixa nós, os últimos românticos, sem querer sair de casa né?
Geraldo diz:
exatamente
Geraldo diz:
sério
:: Julhana :: diz:
eu sei
Geraldo diz:
as mulheres não são as mesmas
Geraldo diz:
hoje em dia vc namora sem certeza do amor
Geraldo diz:
eu detesto isso
:: Julhana :: diz:
convenha que não são só as mulheres. No entanto, convenho que grande parte da mudança de comportamento dos homens veio em consequência das mulheres
:: Julhana :: diz:
essas malditas PIRIGUETES... hohoho
Geraldo diz:
é
Geraldo diz:
exatamente
Geraldo diz:
mas JU
Geraldo diz:
DATA Venia
Diego diz:
Os valores estão invertidos
Geraldo diz:
hoje os homem sofrem por amor
:: Julhana :: diz:
já volto. vou pegar água. siga discorrendo
Geraldo diz:
e as mulheres saem pra balada beber com os amigos
Geraldo diz:
hoje
Geraldo diz:
as mulheres querem transar sem compromisso
Geraldo diz:
o que eu acho o máximo
Geraldo diz:
mas ao mesmo tempo
Geraldo diz:
eu acho irônico e triste a perda do romance
:: Julhana :: diz:
é bem verdade.
:: Julhana :: diz:
eu me interesso muito pelo tema.
:: Julhana :: diz:
esses tempos atrás, eu conversava com uma prima minha que é psicóloga e ela colocou um ponto muito interessante
:: Julhana :: diz:
a mulher, quando começou a ter participação efetiva no mercado de trabalho, econômia e etc, começou a absorver características femininas
:: Julhana :: diz:
*masculinas
Geraldo diz:
exatamente
:: Julhana :: diz:
ou seja, podemos encarar essa mudança de atitude como um pay back
:: Julhana :: diz:
e quem sofre?
:: Julhana :: diz:
a minoria



Nota do blogueiro: MSN, o bar da vida moderna...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Do Carnaval...

Restou a saudade, a solidão, a falta que faz alguém do seu lado. Do Carnaval restou o sexo, mas e do sexo? Dele não restou nada...

Resíduos

De tudo ficou um pouco
Do meu medo. Do teu asco.
Dos gritos gagos. Da rosa
ficou um pouco...