terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

O tumulto

O que falar quando não há terminologia exata capaz de descrever um sentimento? Maior ou menor que aqueles sentimentos que já conhecemos? Ou apenas uma forma diferente de sentí-los? O medo deixa as relações tumultuadas, fato. Mas sem o medo, seriam essas relações igualmente interessantes? É o perigo eminente de perder, a areia movediça, o suspiro aparentemente sem explicação. É o fato consumado mas não imutável, a certeza da incerteza, a vontade reprimida que cresce como uma árvore dentro de uma kitinete. E que cresce, cresce, cresce...

2 comentários:

Guilherme Voitch disse...

Dá medo...mas é uma sensação de estar vivo, não?

geraldo boa morte disse...

E aumenta mesmo. A cada dia.
Mas o nosso camarada Lessa tem toda razão.

Acho, ressalto, acho que não existe um sentimento em que há uma segurança total, em que não passe pelo menos uma vez no pensamento um simples "se eu ela me deixar, vou fazer o que?". Ou é lenda ou é, no mínimo, chato.

Podem me provar o contrário.