É isso Drummond. O primeiro amor passou. O segundo amor passou e o terceiro também. O coração, esse continua. Continua. Velho, cansado e desiludido, recebe um sopro de vida. Volta a bater e você volta a ser um pouco adolescente. Com medos e ansiedades, ciúmes e expectativas.
Aquela montanha russa de sentimentos que surgem com o sorriso dela provoca, de certo modo, a ressurreição daquilo que estava escondido há tanto tempo. Faz tempo, mas você lembra. Lembra como a distância incomoda, lembra como as contradições te machucam e suas dúvidas tentam corrompê-lo... Não há de ser nada, Drummond. De hoje em diante, o sorriso mais bonito do mundo andará do meu lado.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
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